A verdadeira razão deste blogue, são as músicas que não me saem da cabeça, embora nem sempre assim seja, na maioria das vezes é assim que acontece, ou seja o propósito deste blogue não é uma blague (foi esticar, esticar, esticar, até conseguir fazer este trocadilho, isto é como em tudo na vida, um gajo estica, estica e só pela mania, faz uma graçola, que já sabe, que só irá agradar ao seu espírito). Esta música dos Windsor for the Derby, com certeza que agradará a mais espíritos para além do meu (ora cá está o tal estica, estica), agradou a Sofia Copolla que o incluiu no seu último filme Marie Antoniette (ainda não vi mas com certeza que no final do filme eu direi: Ahhhh Sofia, Sofia!!!!). Maria Antonieta nasceu na Áustria, e cedo (14 anos) mulher de Luís XVI de França. O facto de ser estrangeira já era um facto que fazia o povo torcer o nariz, a politica dela, faziam com que o povo ainda gostasse menos dela. Exerceu grande influência política sobre seu marido, e, consequentemente sobre toda a França; apesar disso, ela pouco sabia sobre a vida dos plebeus franceses e o custo dela. Em 1781, teve finalmente em filho (esteve 7 anos para o ter), desde então, parou de receber audiências de nobres, o que deixou a alta classe francesa revoltada contra sua pessoa. Ignorou os problemas por que o povo passava, desautorizando as reformas liberais propostas por Necker e Turgot. Após a revolução francesa, foi condenada à morte sob a acusação de incesto. No filme (pelo que li) Sofia moderniza a história, focando principalmente a forma como na corte de Versalles Maria Antonieta é colocada sobre rígidas regras de etiqueta, disputas familiares, fofocas, mundo este, ao qual ela não se adapta, criando então um universo à parte, no qual se pode divertir e aproveitar a juventude. Portanto no filme não se dá o enfoque tão sobre a história mas sobre a pessoa de Maria Antonieta, aliás sobre a adolescente Maria Antonieta. A música a mim soa me exactamente a isso a adolescência, a amor, a tristeza a sonho, a beleza (com certeza que não há nada a apontar a Kirsten Dunst). E enquanto a guitarra e o órgão nos embalam na viagem por um universo paralelo, tal como Maria Antonieta, podemos nos deliciar com a letra:Underneath the leaves where the blackbirds turn blue
If there’s room for me
There’s room for you
Place your ear to the ground, you hear a voice
It sings the song
The whole night long
I am the melody of the fallen tree
What comes between me
You and me
So sadly transient, you’d never guess
It could ever be
So easy to see
Across a frozen field you hear a call
With the urgency
Of the boiling sea
All your hopes and dreams they rise and fall
Secretly
A cacaphony
The love and brutality
They all turn on me
You hope to someday see
Patiently
So sadly obvious, you’d never guess
It could ever be
So hard to see
Os membros fundadores dos Windsor for the Dreby, Dan Matz e Jason Mcneeley, bem como o baterista Greg Anderson, nasceram em Tampa, Florida e cedo migraram para Austin no Texas onde assinaram com a editora Trance Syndicate. Em 1996 estrearam-se com o ep “Calm Hades Float” que foi produzido por Adam Witzie, que mais tarde se tornou membro da banda. Depois de mais um ep chegou o lp “Minnie Greunzfeldt”em 1997, até 2005 têm mais cinco registos, entre lps e eps, entre os quais “We Figth Til Death” (onde se encontra a melodias das arvores caídas, que é mais uma daquelas que se eu não tivesse lido que tinha 8 minutos e 11 segundos, nunca teria reparado). Por entre, estes álbuns estes praticantes de pós-rock atmosférico (parece piada mas o atmosférico encaixa bem), mudaram-se para Filadélfia.
Esperemos que este vício também vos fique na cabeça.
http://www.myspace.com/windsorforthederby, www.windsorforthederby.com
Os membros fundadores dos Windsor for the Dreby, Dan Matz e Jason Mcneeley, bem como o baterista Greg Anderson, nasceram em Tampa, Florida e cedo migraram para Austin no Texas onde assinaram com a editora Trance Syndicate. Em 1996 estrearam-se com o ep “Calm Hades Float” que foi produzido por Adam Witzie, que mais tarde se tornou membro da banda. Depois de mais um ep chegou o lp “Minnie Greunzfeldt”em 1997, até 2005 têm mais cinco registos, entre lps e eps, entre os quais “We Figth Til Death” (onde se encontra a melodias das arvores caídas, que é mais uma daquelas que se eu não tivesse lido que tinha 8 minutos e 11 segundos, nunca teria reparado). Por entre, estes álbuns estes praticantes de pós-rock atmosférico (parece piada mas o atmosférico encaixa bem), mudaram-se para Filadélfia.
Esperemos que este vício também vos fique na cabeça.
http://www.myspace.com/windsorforthederby, www.windsorforthederby.com
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