quinta-feira, dezembro 27, 2007

Até agora: TiArmindo - 5 Badocha do SCP - 1, Mesmo com o voto de qualidade da progenitora, Ora toma lá :)

Reverend and The Makers - 18-30
Reverend and The Makers - Heavyweight Champion Of The World
Reverend and The Makers - Bandits

Rock à inglesa em ritmo violento de música de dança. As pingas de música electrónica não metrosexual, polvilham um rock musculado, cheio de testosterona. Uma música que pede um fino, e remata no final com um pezinho de dança, mas mais um pezinho no rabo de alguém, do que um pezinho de dança metrosexual.
São os Reverend and The Makers, uns rapazes bem-humorados de Sheffield, Inglaterra, que juntam as lições aprendidas da Madchester dos anos 80, com um rock muitas vezes agressivo, ritmado e independentemente contemporâneo.
Os Reverend and The Makers têm como líder o vocalista Jon McClure. Este formou em primeiro lugar uma banda chamada “Judan Suki”, nesta já constavam 2 membros dos Makers, o baixista, Ed Cosens e a vocalista e teclista, Laura Manuel. “Judan Suki”, é uma expressão japonesa que significa: “ser pontapeado num “lugar frágil” (mais uma vez a metrosexualidade está nas malvas). Os Judan Suki ao longo da sua vida chegaram a ter 20 membros, nestes se incluíam Alex Turner e Matt Helders dos Artctic Monkeys.
Aliás as relações entre os projectos de Jon McClure não se ficam por aqui, a banda seguinte de Jon eram os “1984”, banda que também continha membros dos Makers, e que é referida no primeiro single dos Monkeys, “I Bet You Look Good On The Dancefloor”, “dancing to electro-pop like a robot from 1984”.
Mas a promiscuidade não se esgota aqui, quando os Makers se formaram em 2005, sendo compostos por Jon McClure, Ed Cosen, Laura Manuel, Tom Jarvis (guitarrista), Joe Moskow (teclista), Richy Westley (bateria) e Stuart Doughty (percussão), começaram a tocar ao vivo, e em 2006 já faziam as primeiras partes dos Monkeys sendo que lançaram o seu até agora único álbum “The State of Things” (2007).
O single é o dançante “Heavyweight Champion Of The World”, sobre aquilo que nós pensámos que poderíamos ser, “I could've been The Heavyweight Champion of the World”, mas no final, Be like everybody else /Just be like everybody else /Just be like everybody else /Just be like everybody else. Há a destacar também “Bandits”, uma música divertidíssima, que expõe um diálogo entre três personagens entre as quais um bandido e no final “there’s alway tomorrow mate”
Já 18-30 é uma música cheia de piada “autoirónica” e autocrítica (ou “autoelogiosa”, depende da perspectiva), que fala de uns ingleses que querem ir para o estrangeiro nas férias e descreve o comportamento de tal espécie de ser em férias, comportamentos esses que nós já conhecemos dos bifes e “bifas” que costumam vir fritar a Portugal.
“Dos bier mate, por favour”, “Je je je je suis anglais I know you think that we're all the same And causing trouble is our forte Portugal, France, Greece or Spain”, no final, “I wanna get away, I wanna get away from you”, e para ilustrar esta ultima frase a música acaba com um ritmo de dança alucinante, o que da uma sensação de escape, mas nada, mas mesmo nada, de metrosexualidade.

http://www.iamreverend.com/,
www.myspace.com/reverendmusic

sexta-feira, dezembro 14, 2007

AIIIIII!!!!!!!!! Quuuuuueeeeee Pppprrrreeeeegggguuuuiiiiiççççççaaaaa

Isaac Albéniz - Asturias

Isaac Albéniz nasceu em 29 de Maio de 1860, numa aldeia dos Pirinéus na Província de Girona, Espanha. Criança prodígio, é aceite aos sete anos pelo famoso professor de piano Antoine-François Marmontel. Quando voltou a Espanha, entrou para o conservatório de Madrid e em 1873 entrou para o conservatório de Leipzig. Depois entrou no conservatório de Bruxelas para estudar piano e composição. Em 1879, ganha o primeiro prémio do conservatório. Depois trabalha com Franz Liszt, continuando a aperfeiçoar a sua técnica de piano. Em 1883, casa e estabelecesse em Barcelona (e cá está quem casa quer casa). Fica famoso como reputado pianista, mas nem assim, pára a busca da perfeição, tendo para isso mais uma vez viajado, desta vez para Paris. Albéniz compôs muitos trabalhos, sendo que a sua obra de maior relevo é “Ibéria”.
A sua música criou uma identidade, criou paisagens, que hoje em dia facilmente associamos a Espanha. Aliás ouvindo a sua música, “Asturias”, composta para piano, mas adaptada à guitarra (espanhola), a palavra Espanha (entremeada com alguns espanhóis olés), facilmente nos chega à cabeça.

Albéniz morreu em 1909