Reverend and The Makers - 18-30
Reverend and The Makers - Heavyweight Champion Of The World
Reverend and The Makers - Bandits
Reverend and The Makers - Heavyweight Champion Of The World
Reverend and The Makers - Bandits
Rock à inglesa em ritmo violento de música de dança. As pingas de música electrónica não metrosexual, polvilham um rock musculado, cheio de testosterona. Uma música que pede um fino, e remata no final com um pezinho de dança, mas mais um pezinho no rabo de alguém, do que um pezinho de dança metrosexual.São os Reverend and The Makers, uns rapazes bem-humorados de Sheffield, Inglaterra, que juntam as lições aprendidas da Madchester dos anos 80, com um rock muitas vezes agressivo, ritmado e independentemente contemporâneo.
Os Reverend and The Makers têm como líder o vocalista Jon McClure. Este formou em primeiro lugar uma banda chamada “Judan Suki”, nesta já constavam 2 membros dos Makers, o baixista, Ed Cosens e a vocalista e teclista, Laura Manuel. “Judan Suki”, é uma expressão japonesa que significa: “ser pontapeado num “lugar frágil” (mais uma vez a metrosexualidade está nas malvas). Os Judan Suki ao longo da sua vida chegaram a ter 20 membros, nestes se incluíam Alex Turner e Matt Helders dos Artctic Monkeys.
Aliás as relações entre os projectos de Jon McClure não se ficam por aqui, a banda seguinte de Jon eram os “1984”, banda que também continha membros dos Makers, e que é referida no primeiro single dos Monkeys, “I Bet You Look Good On The Dancefloor”, “dancing to electro-pop like a robot from 1984”.
Mas a promiscuidade não se esgota aqui, quando os Makers se formaram em 2005, sendo compostos por Jon McClure, Ed Cosen, Laura Manuel, Tom Jarvis (guitarrista), Joe Moskow (teclista), Richy Westley (bateria) e Stuart Doughty (percussão), começaram a tocar ao vivo, e em 2006 já faziam as primeiras partes dos Monkeys sendo que lançaram o seu até agora único álbum “The State of Things” (2007).
O single é o dançante “Heavyweight Champion Of The World”, sobre aquilo que nós pensámos que poderíamos ser, “I could've been The Heavyweight Champion of the World”, mas no final, Be like everybody else /Just be like everybody else /Just be like everybody else /Just be like everybody else. Há a destacar também “Bandits”, uma música divertidíssima, que expõe um diálogo entre três personagens entre as quais um bandido e no final “there’s alway tomorrow mate”
Já 18-30 é uma música cheia de piada “autoirónica” e autocrítica (ou “autoelogiosa”, depende da perspectiva), que fala de uns ingleses que querem ir para o estrangeiro nas férias e descreve o comportamento de tal espécie de ser em férias, comportamentos esses que nós já conhecemos dos bifes e “bifas” que costumam vir fritar a Portugal.
“Dos bier mate, por favour”, “Je je je je suis anglais I know you think that we're all the same And causing trouble is our forte Portugal, France, Greece or Spain”, no final, “I wanna get away, I wanna get away from you”, e para ilustrar esta ultima frase a música acaba com um ritmo de dança alucinante, o que da uma sensação de escape, mas nada, mas mesmo nada, de metrosexualidade.
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