Mock & Toof - Day Ken Died
Depois de já os ter destacado 2 vezes já não me vale a pena escrever muito acerca deles. "Tuning Echoes" terá sido o meu álbum preferido de 2010. Day Ken Died é só mais um exemplo:
quinta-feira, março 24, 2011
terça-feira, março 22, 2011
Stick to my side...
Pantha du Prince – Stick to My Side


Foi considerado um dos melhores discos do ano passado e tive a sorte de ter sido uma presença no meu natal nomeadamente em forma de prenda. A música mais conhecida é “Stick to My Side” que contém uma importante colaboração de Noah Lennox dos Animal Collective a nível vocal. A música entranha-se no cérebro com força. Já em Janeiro estive uma tarde inteira a ouvir uma aula com esta música como fundo no meu cérebro. A caminho do carro o desespero em não me lembrar do nome da música foi suficientemente grande para que tenha aproveitado um telefonema a um colega meu para em pleno espaço público trautear a música ao telemóvel para depois dizer “Ok! Esquece. Pois é”.
Pantha du Prince é o alemão Hendrick Weber. Começou por editar o seu tecnho minimal pela editora de música electrónica Dial de Hamburgo em 2002. O primeiro álbum em 2004 “Diamond Daze” teve algum sucesso mas foi com “This Bliss” (2007) que a aclamação foi maior. O estado de graça continuo em 2010 com “Black Noise” já pela editora indie “Rough Trade”.
Pantha du Prince é o alemão Hendrick Weber. Começou por editar o seu tecnho minimal pela editora de música electrónica Dial de Hamburgo em 2002. O primeiro álbum em 2004 “Diamond Daze” teve algum sucesso mas foi com “This Bliss” (2007) que a aclamação foi maior. O estado de graça continuo em 2010 com “Black Noise” já pela editora indie “Rough Trade”.
quarta-feira, março 09, 2011
EU FAÇO ISTO É PELO BENFICA CAR….
Beethoven - Allegretto
A vida tem coisas curiosas. Algumas não serão curiosas. Nós tornamo-las curiosas ou achamo-las pelo simples facto de estarmos aborrecidos. Ontem ao jantar assisti ao discurso do senhor José Luís. Quem não conhece o senhor José Luís não fique melindrado. Eu também não o conhecia e não fiquei a conhecê-lo “per se”. Não o hei-de ver mais nenhuma vez e se o vir não creio que ele se recorde de mim ou dos meus amigos. Ninguém o levará a mal. O senhor José Luis é um velhinho simpático (e em dia de carnaval não se tentou mascara de rapazola) que gosta de andar de fato aprumado e com o seu adorável pin do Benfica que mostra ao que vem (engraçado o Word reconhece a palavra Benfica como um nome próprio ao contrario de académica. Tenho que mencionar isto ao senhor José Luís que irá me responder algo do género “É fruto da grandeza do glorioso”). No calor do jantar metemo-nos com ele e ele de sua livre iniciativa decidiu presentear-nos com um discurso. Digamos que foi bastante apropriado ao jantar que estávamos a ter. Tão apropriado como hoje eu e os mesmos colegas termos ido ver “O Discurso do Rei”. Só no final do filme realcei esse aspecto. É verdade ninguém tinha dado pela coincidência. E o discurso do senhor José Luís até tinha sido dos momentos altos da nossa noite (o que mostra a pobreza que é a nossa vida em termos de acontecimentos emocionantes e/ou dignos de nota). O filme é soberbo e com interpretações de alto nível. O momento alto, está claro, é o discurso que Jorge VI faz à nação aquando da declaração de Guerra à Alemanha Nazi. Toda essa sequência e montagem merecia no final um levantar da cadeira e um bater de palmas (ou seja basicamente coloca o discurso do senhor José Luís a um canto, mas fazer este tipo de comparações é claramente parvo, o que ao que parece me adequa à minha geração). Todo o discurso e toda a dinâmica de discurso com o imponente “Allegretto” em fundo criam uma enorme envolvência e emoção. Gostei o suficiente do momento para no final do filme sair do cinema a trautear a música. Perguntei a uma colega de quem era aquela música. Ela respondeu com um “sei lá Mozart”. Achei que não. Achei que num filme tão pormenorizando não iriam escolher um compositor germanófilo. Ironia, é o “Allegretto” do alemão Ludwing Van Beethoven. Bem, mas isso também não interessa nada afinal é um grande momento que me fez destacar esta música e este filme.
Ps: se o título vos faz pensar em simpatias clubistas, isso significa uma de duas coisas, ou não estiveram no tal jantar ou não conhecem a obra de Dr.Vitominas. O que significa que ainda serão pessoas com boa educação e que não gostam de humor aparentemente fácil. O que só vos enaltece…
Ps: se o título vos faz pensar em simpatias clubistas, isso significa uma de duas coisas, ou não estiveram no tal jantar ou não conhecem a obra de Dr.Vitominas. O que significa que ainda serão pessoas com boa educação e que não gostam de humor aparentemente fácil. O que só vos enaltece…
sexta-feira, março 04, 2011
Já agora, Qual é o teu nome?
JP Simões - 1970 (Retrato)
JP Simões foi o mote para a minha noite de ontem. Poderia ter ficado por aí mas decidi dar uma de rapazito e fui a um convívio universitário para ver se ainda me sentia jovem. É complicado ter este tipo de dilemas quando se tem vinte e tal anos. Fiz o que fazia antigamente. Puxar os limites e sair só quando o convívio terminasse. O caminho do inicio ao fim da noite foi infelizmente tortuoso. O meu dilema em relação à minha antiga idade preencheu-me a cabeça grande parte da noite. Penso tê-lo referido inclusivamente a uma jovem que acabou por me ajudar a resolver esse problema, à maneira dela. Uma boa maneira diga-se de passagem. Ao acordar, a latejar na minha cabeça, estava um fantástico “a minha geração” (era um dos muitos latejos que estava a ter). 1970 a última música do concerto foi em certo sentido uma música que se adequou à minha noite de ontem, ao meu estado de espírito no começo da noite. Em relação ao concerto não desgostei. JP Simões é um entertainer por excelência, é uma pessoa agradável, culta. Em termos musicais e em termos de letras é irrepreensível. O único problema do concerto estava em mim. Foram uma cerveja e um vinho do porto a mais que não me permitiram estar com a concentração que tal momento exigia e merecia. Afinal estávamos perante o Chico Buarque português.
www.myspace.com/fabulabebada
www.myspace.com/jpsimoes
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terça-feira, março 01, 2011
Mais uma vez vou esperar para comprar fisicamente
Radiohead - Lotus Flower
O primeiro avanço de The King of Limbs". Mais uma vez os Radiohead não desiludem e continuam a reinventar...
www.radiohead.com
www.myspace.com/radiohead
O primeiro avanço de The King of Limbs". Mais uma vez os Radiohead não desiludem e continuam a reinventar...
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