Pois é quando não apetece, não apetece, nada a fazer, uma pessoa enclausura-se em casa a pensar que; porra aqui sem distracções é que o estudo vai fluir, à porcaria do computador ligado a berrar musicam, eu chamarei a distracção numero 1, à porcaria das pernas que me levam à tv, chamo aquilo que me leva à distracção número 2; a falta de vontade faz com que a minha cabeça arranje/invente as distracções 3; 4; 5 e por aí fora. Só assim se justifica que faça um post no mesmo dia ainda por cima de tarde ou inicio de noite (como é este post). A música boa ajuda à distracção, é o caso de “My Bleep”, embora confesse que estando a ouvir neste momento as musicas do Myspace do rapaz, “My Bleep” é sem sombra de duvida a música menos sedutora do pequeno repertório que estou agora a conhecer, mas como foi a que me levou a escrever…
“My Bleep” é a mais conhecida música do britânico Matt Edwards aka Rádio Slave, e tal como o resto das suas músicas andam à volta do tecno minimal, cheio de sons hipnóticos e está presente no cd single “My Bleep”, lançadp em Maio de 2006 pela Rekids. Em Dezembro de 2006, lançou novo cd single “No Sleep Pt. 1 & No Sleep Pt. 2”. Em Outubro do mesmo ano lançou uma colectânea de remisturas (não sei se será o termo mais apropriado) “Radio Slave presents Creature of the Night”. E já em Maio deste ano lançou no mesmo estilo Misch Masch IV.
http://www.myspace.com/rekid, http://www.rekids.com/
quinta-feira, junho 28, 2007
Pois é, quem anda distraido muitas vezes; fode-se
Radio Slave - My Bleep
De modo nenhum
Does It Offend You, Yeah? – We are Rockstars
É o fim da picada, é o caos, são os sons a atropelarem-se; será que ofendo alguém (às vezes bem tento, mas não sou suficientemente sério), será que eles ofendem alguém, será que eu me sinto ofendido (claro que não), será que eles são rockstars (claro que não, digam o que disserem, mas a atitude é muito rock), de repente são interrompidos por uma voz espacial robotizada muito Daft Punkiana, pós-homework (ou seja: era do sucesso, yupii): “You're all rockstars now in a network town” (…) “you're a download pal”, felizmente é breve, a loucura volta, o caos volta, a dança volta, os saltos voltam, volta a vozeca, e some-se, e volta ao mesmo, É O FIM DA PICADA.São os Does It Offend You, Yeah?, duo britânico (pelo que li) de musica electrónica com reminiscências rock e punk, que bebem muito da electrónica francesa, e que estão a criar algum hype mediante os mp3s que têm lançado no myspace não tendo sequer editora e álbum lançado. No site my space d9izem que nós não sabemos onde nos estamos a meter, dizem se formados por 3 big ones and one not so big. A nova musica é “Let’s Make Out” (a foto é deveras apropriada), onde o rapaz pede repetidamente, let’s make out, i’m in love with you my baby girl. Aliás a apetência deles por dar à língua já se vê no vídeo de “Weird Science”. Estes rapazes de certo modo tentam chocar (o fantástico nome já nos leva para esse caminho), com o tipo de imagens que metem no site e no myspace, no vídeo, mas a mim, e com uma música como “We Are Rockstars”, não há a mínima probabilidade de me ofenderem, YEAH?
www.myspace.com/doesitoffendyou, http://www.doesitoffendyou.com/
sábado, junho 23, 2007
Imagens que ficam na cabeça
Simian Mobile Disco- Hu
stler
Da nova vaga de música que anda por aí, temos também os Simian Mobile Disco (que acho que já foram aqui referenciados anteriormente), Esta dupla inglesa está determinada em pôr-nos a dançar, e depois de ter primeiro ouvido o single “It´s the beat”, que foi para mim uma desilusão, foi muito bom ouvir mais musicas (a primeira impressão não é sempre aquela que conta, graças a deus), que dissiparam as desilusões e me deixaram outra vez animado. A voz sexy (muito a ver com a música, já que no seu registo normal, já não soa assim) da singer songwriter Char Johnson ecoa provocadoramente na nossa cabeça: I’m a hustler baby that’s what my dad made me, if I had i would go to a a recor store, I would, I would, ou seja a música fala-nos de uma viagaristazeca, que anda a roubar musica (big deal (muito Joe Berardo)).
Os Simian Mobile disco são James Ford e Jas Shaw, e começaram quando estes rapazes estavam nos seus dormitórios na Universidade de Manchester, a fazer musica electrónica, e o singer songwriter Simon Lord passou no corredor e gostou do que ouviu, depois com o baixista Alex McNaughten formaram os Simian. Por amor à música electrónica os dois primeiros continuaram a fazer este tipo de música sob o nome de Simian Mobile Disco. Vão lançar agora o primeiro cd “Attack Decay Sustain Release” pela Wichita records onde Hustler irá estar incluído esta música foi lançada em cd single em Maio do ano passado.
A verdadeira razão porque a voz de Char Johnson hoje não me sai da cabeça foi a visualização do vídeoclip desta música, fez me lembrar a roda que se fazia no “Que loucura de Família (70’s Show)”, e embora aquelas rodas que eles faziam não fossem nada más, uma pessoa ria-se muito, esta é bem melhor não só por ser maior, mas também por ser mais bem frequentada, e claro pelo que lá acontece, digamos que no you tube, para ver o clip é preciso ter mais de 18 anos (é claro que se não tiverem, digam que têm (who cares (cá está o homem que está na moda)). Como já viram o videoclip têm muito a ver com a voz, e com a provocação que a voz nos induz (embora não tenha nada a ver com a letra). Também nos relembra a infância (mas só o inicio está claro) com aquele jogo do mensageiro ou do telefone, já não sei bem qual o nome correcto (Fuck it, (se fosse him, seria para o Rui Costa)). Pronto a música é boa mas o clip ainda é melhor, pelo menos para os rapazes, para as raparigas se calhar a ordem é inversa, mas vejam na mesma.
http://www.myspace.com/simianmobiledisco, www.simianmobiledisco.co.uk/
stlerDa nova vaga de música que anda por aí, temos também os Simian Mobile Disco (que acho que já foram aqui referenciados anteriormente), Esta dupla inglesa está determinada em pôr-nos a dançar, e depois de ter primeiro ouvido o single “It´s the beat”, que foi para mim uma desilusão, foi muito bom ouvir mais musicas (a primeira impressão não é sempre aquela que conta, graças a deus), que dissiparam as desilusões e me deixaram outra vez animado. A voz sexy (muito a ver com a música, já que no seu registo normal, já não soa assim) da singer songwriter Char Johnson ecoa provocadoramente na nossa cabeça: I’m a hustler baby that’s what my dad made me, if I had i would go to a a recor store, I would, I would, ou seja a música fala-nos de uma viagaristazeca, que anda a roubar musica (big deal (muito Joe Berardo)).
Os Simian Mobile disco são James Ford e Jas Shaw, e começaram quando estes rapazes estavam nos seus dormitórios na Universidade de Manchester, a fazer musica electrónica, e o singer songwriter Simon Lord passou no corredor e gostou do que ouviu, depois com o baixista Alex McNaughten formaram os Simian. Por amor à música electrónica os dois primeiros continuaram a fazer este tipo de música sob o nome de Simian Mobile Disco. Vão lançar agora o primeiro cd “Attack Decay Sustain Release” pela Wichita records onde Hustler irá estar incluído esta música foi lançada em cd single em Maio do ano passado.
A verdadeira razão porque a voz de Char Johnson hoje não me sai da cabeça foi a visualização do vídeoclip desta música, fez me lembrar a roda que se fazia no “Que loucura de Família (70’s Show)”, e embora aquelas rodas que eles faziam não fossem nada más, uma pessoa ria-se muito, esta é bem melhor não só por ser maior, mas também por ser mais bem frequentada, e claro pelo que lá acontece, digamos que no you tube, para ver o clip é preciso ter mais de 18 anos (é claro que se não tiverem, digam que têm (who cares (cá está o homem que está na moda)). Como já viram o videoclip têm muito a ver com a voz, e com a provocação que a voz nos induz (embora não tenha nada a ver com a letra). Também nos relembra a infância (mas só o inicio está claro) com aquele jogo do mensageiro ou do telefone, já não sei bem qual o nome correcto (Fuck it, (se fosse him, seria para o Rui Costa)). Pronto a música é boa mas o clip ainda é melhor, pelo menos para os rapazes, para as raparigas se calhar a ordem é inversa, mas vejam na mesma.
http://www.myspace.com/simianmobiledisco, www.simianmobiledisco.co.uk/
quinta-feira, junho 14, 2007
Espectacular
Se o blogger não tivesse limite de caracteres para o titulo, o titulo seria: O título podia ser muita coisa, provavelmente algo relacionado com true love, ou algum trocadilhozeco com a Noruega (e eventualmente com o bacalhau, ha ha ha ha, que hilariante), mas não, estive há uns minutos atrás com um amigo que disse “espectacular” de uma forma que quando me lembro começo a rir desalmadamente, e como se coaduna, o título será: ESPECTACULAR.
Hanne Hukkelberg- True Love
Nesta música, a voz soa embriagada mas muito sensual, os instrumentos desconexos, aparecem os chamados found sounds (sons do dia a dia captados) e uma grande variedade de instrumentos “verdadeiros”.
Na música melódica, com tons jazz, Hanne quer que lhe digam que é amor verdadeiro, com certeza que não lhe poderei tirar as duvidas, mas não posso duvidar do amor verdadeiro desta norueguesa pela música, afinal toca desde os três anos (os pais eram músicos, o que dá uma ajuda), e durante a juventude (não é que seja velha), participou em grupos rock, jazz e até metal (a banda chamava-se apropriadamente Funeral); toca piano bateria e guitarra e é licenciada na academia de música de Oslo, tell me this isn’t true love?
O primeiro registo de Hanne é “Little Things” (onde se encontra esta música) e saiu em 2005 (2004 na Noruega). Os sons e as músicas não se tem que confinar aquilo que um instrumento musical produz, e isso mesmo, está presente neste álbum (tal como em “True Love”), em que os sons vão dos violinos, guitarras, pianos, bateria, banjos, acordeões, órgãos antigos, pianos de brinquedo, caixinhas de musica, aros de roda de bicicletas, chaves, electrodomésticos, e etc (nunca me pareceu tão adequado).
“Little Things” encontra enraizado a atmosfera de Oslo (gravou found sounds desta cidade), já o seu último álbum Rykestrasse 68 (que vai apresentar no lux dia 15 deste mês) capta a atmosfera da excitante Berlim, cidade onde viveu 6 meses a cargo de uma bolsa do estado norueguês, viveu na rua Danzigerstrasse que era uma rua na sua opinião pouco interessante, mas pela janela conseguia ver a rua Rykestrasse de que gostava, e que portanto nada como captar os sons daquela rua, rua essa que tinha 67 números, o seu disco é então o número 68 (que historia engraçada). Este último álbum que têm inclusive o ronronar de gatos, continua a originalidade de “Little Things”, e devido a todos estes sons faz com que as músicas sejam muito visuais (temos a sensação que está algo passar-se por detrás das músicas, quase que a música nos transmite imagens).
Hanne Hukkelberg- True Love
Nesta música, a voz soa embriagada mas muito sensual, os instrumentos desconexos, aparecem os chamados found sounds (sons do dia a dia captados) e uma grande variedade de instrumentos “verdadeiros”.Na música melódica, com tons jazz, Hanne quer que lhe digam que é amor verdadeiro, com certeza que não lhe poderei tirar as duvidas, mas não posso duvidar do amor verdadeiro desta norueguesa pela música, afinal toca desde os três anos (os pais eram músicos, o que dá uma ajuda), e durante a juventude (não é que seja velha), participou em grupos rock, jazz e até metal (a banda chamava-se apropriadamente Funeral); toca piano bateria e guitarra e é licenciada na academia de música de Oslo, tell me this isn’t true love?
O primeiro registo de Hanne é “Little Things” (onde se encontra esta música) e saiu em 2005 (2004 na Noruega). Os sons e as músicas não se tem que confinar aquilo que um instrumento musical produz, e isso mesmo, está presente neste álbum (tal como em “True Love”), em que os sons vão dos violinos, guitarras, pianos, bateria, banjos, acordeões, órgãos antigos, pianos de brinquedo, caixinhas de musica, aros de roda de bicicletas, chaves, electrodomésticos, e etc (nunca me pareceu tão adequado).
“Little Things” encontra enraizado a atmosfera de Oslo (gravou found sounds desta cidade), já o seu último álbum Rykestrasse 68 (que vai apresentar no lux dia 15 deste mês) capta a atmosfera da excitante Berlim, cidade onde viveu 6 meses a cargo de uma bolsa do estado norueguês, viveu na rua Danzigerstrasse que era uma rua na sua opinião pouco interessante, mas pela janela conseguia ver a rua Rykestrasse de que gostava, e que portanto nada como captar os sons daquela rua, rua essa que tinha 67 números, o seu disco é então o número 68 (que historia engraçada). Este último álbum que têm inclusive o ronronar de gatos, continua a originalidade de “Little Things”, e devido a todos estes sons faz com que as músicas sejam muito visuais (temos a sensação que está algo passar-se por detrás das músicas, quase que a música nos transmite imagens).
Enfim: true love.
terça-feira, junho 12, 2007
Nem quero imaginar se tivessem 40 quanto mais 100
Shout Out Louds- 100 degrees
It’s so, so, so hot, realmente, lá fora está um calor do caraças, e eu que nem sou um grande fã, para os suecos Shout Out Louds, o calor ainda deve ser mais penoso, e então para quem diz estar num quarto em que estão pelo menos uns 1000 graus. Para assinalar o comeback do calor nada melhor que a alegre e solarenga (sem duvida que no álbum, é aquela em que estes adjectivos mais se adequam) 100 º. Começa com um órgão (o som parece mais um instrumento de sopro), e depois vêm as guitarras tudo numa alegria e ritmo desenfreado: And I'm so happy/oh so happy/then again I'm always sad e depois vai se lá saber porquê no nível acima do mar estão pelo menos 100 º e no quarto do rapaz pelo menos 1000, isto para suecos é hot hot (só falta o heat).Primeiro chamavam-se Luca Brasi (deve vir do tal que no padrinho fazia as propostas que uma pessoa não podia recusar), mas já existia uma banda com o mesmo nome, assim os Shout Out Louds nasceram em 2001Estocolmo, e são formados por amigos de infância Adam (voz), Ted (baixo), Carl (guitarra), pouco depois a estes juntaram-se Eric (bateria) e Bebbam (voz e teclado), temos portanto 4 rapazes e uma menina quee nos Estados Unidos tiveram uma grande ajuda da série O.C. para se projectarem
Em 2005 (2003 na Suécia) saiu o seu primeiro álbum (onde está 100 degrees) “Howl Howl Gaff Gaff”, e em 2007 espera-se o sempre segundo álbum que terá o nome de “Our Ill Wills”. O álbum não é só o tema “The Comeback”, ao longo do álbum há momentos altos e a música que mais me entusiasmou (por ora, ta claro) foi 100 degrees.
http://www.shoutoutlouds.com/, www.myspace.com/shoutoutlouds
segunda-feira, junho 11, 2007
Só a criatividade para os titulos é que não estica
Windsor For The Derby- The Melody Of A Fallen Tree
A verdadeira razão deste blogue, são as músicas que não me saem da cabeça, embora nem sempre assim seja, na maioria das vezes é assim que acontece, ou seja o propósito deste blogue não é uma blague (foi esticar, esticar, esticar, até conseguir fazer este trocadilho, isto é como em tudo na vida, um gajo estica, estica e só pela mania, faz uma graçola, que já sabe, que só irá agradar ao seu espírito). Esta música dos Windsor for the Derby, com certeza que agradará a mais espíritos para além do meu (ora cá está o tal estica, estica), agradou a Sofia Copolla que o incluiu no seu último filme Marie Antoniette (ainda não vi mas com certeza que no final do filme eu direi: Ahhhh Sofia, Sofia!!!!). Maria Antonieta nasceu na Áustria, e cedo (14 anos) mulher de Luís XVI de França. O facto de ser estrangeira já era um facto que fazia o povo torcer o nariz, a politica dela, faziam com que o povo ainda gostasse menos dela. Exerceu grande influência política sobre seu marido, e, consequentemente sobre toda a França; apesar disso, ela pouco sabia sobre a vida dos plebeus franceses e o custo dela. Em 1781, teve finalmente em filho (esteve 7 anos para o ter), desde então, parou de receber audiências de nobres, o que deixou a alta classe francesa revoltada contra sua pessoa. Ignorou os problemas por que o povo passava, desautorizando as reformas liberais propostas por Necker e Turgot. Após a revolução francesa, foi condenada à morte sob a acusação de incesto. No filme (pelo que li) Sofia moderniza a história, focando principalmente a forma como na corte de Versalles Maria Antonieta é colocada sobre rígidas regras de etiqueta, disputas familiares, fofocas, mundo este, ao qual ela não se adapta, criando então um universo à parte, no qual se pode divertir e aproveitar a juventude. Portanto no filme não se dá o enfoque tão sobre a história mas sobre a pessoa de Maria Antonieta, aliás sobre a adolescente Maria Antonieta. A música a mim soa me exactamente a isso a adolescência, a amor, a tristeza a sonho, a beleza (com certeza que não há nada a apontar a Kirsten Dunst). E enquanto a guitarra e o órgão nos embalam na viagem por um universo paralelo, tal como Maria Antonieta, podemos nos deliciar com a letra:
Underneath the leaves where the blackbirds turn blue
Place your ear to the ground, you hear a voice
A verdadeira razão deste blogue, são as músicas que não me saem da cabeça, embora nem sempre assim seja, na maioria das vezes é assim que acontece, ou seja o propósito deste blogue não é uma blague (foi esticar, esticar, esticar, até conseguir fazer este trocadilho, isto é como em tudo na vida, um gajo estica, estica e só pela mania, faz uma graçola, que já sabe, que só irá agradar ao seu espírito). Esta música dos Windsor for the Derby, com certeza que agradará a mais espíritos para além do meu (ora cá está o tal estica, estica), agradou a Sofia Copolla que o incluiu no seu último filme Marie Antoniette (ainda não vi mas com certeza que no final do filme eu direi: Ahhhh Sofia, Sofia!!!!). Maria Antonieta nasceu na Áustria, e cedo (14 anos) mulher de Luís XVI de França. O facto de ser estrangeira já era um facto que fazia o povo torcer o nariz, a politica dela, faziam com que o povo ainda gostasse menos dela. Exerceu grande influência política sobre seu marido, e, consequentemente sobre toda a França; apesar disso, ela pouco sabia sobre a vida dos plebeus franceses e o custo dela. Em 1781, teve finalmente em filho (esteve 7 anos para o ter), desde então, parou de receber audiências de nobres, o que deixou a alta classe francesa revoltada contra sua pessoa. Ignorou os problemas por que o povo passava, desautorizando as reformas liberais propostas por Necker e Turgot. Após a revolução francesa, foi condenada à morte sob a acusação de incesto. No filme (pelo que li) Sofia moderniza a história, focando principalmente a forma como na corte de Versalles Maria Antonieta é colocada sobre rígidas regras de etiqueta, disputas familiares, fofocas, mundo este, ao qual ela não se adapta, criando então um universo à parte, no qual se pode divertir e aproveitar a juventude. Portanto no filme não se dá o enfoque tão sobre a história mas sobre a pessoa de Maria Antonieta, aliás sobre a adolescente Maria Antonieta. A música a mim soa me exactamente a isso a adolescência, a amor, a tristeza a sonho, a beleza (com certeza que não há nada a apontar a Kirsten Dunst). E enquanto a guitarra e o órgão nos embalam na viagem por um universo paralelo, tal como Maria Antonieta, podemos nos deliciar com a letra:Underneath the leaves where the blackbirds turn blue
If there’s room for me
There’s room for you
Place your ear to the ground, you hear a voice
It sings the song
The whole night long
I am the melody of the fallen tree
What comes between me
You and me
So sadly transient, you’d never guess
It could ever be
So easy to see
Across a frozen field you hear a call
With the urgency
Of the boiling sea
All your hopes and dreams they rise and fall
Secretly
A cacaphony
The love and brutality
They all turn on me
You hope to someday see
Patiently
So sadly obvious, you’d never guess
It could ever be
So hard to see
Os membros fundadores dos Windsor for the Dreby, Dan Matz e Jason Mcneeley, bem como o baterista Greg Anderson, nasceram em Tampa, Florida e cedo migraram para Austin no Texas onde assinaram com a editora Trance Syndicate. Em 1996 estrearam-se com o ep “Calm Hades Float” que foi produzido por Adam Witzie, que mais tarde se tornou membro da banda. Depois de mais um ep chegou o lp “Minnie Greunzfeldt”em 1997, até 2005 têm mais cinco registos, entre lps e eps, entre os quais “We Figth Til Death” (onde se encontra a melodias das arvores caídas, que é mais uma daquelas que se eu não tivesse lido que tinha 8 minutos e 11 segundos, nunca teria reparado). Por entre, estes álbuns estes praticantes de pós-rock atmosférico (parece piada mas o atmosférico encaixa bem), mudaram-se para Filadélfia.
Esperemos que este vício também vos fique na cabeça.
http://www.myspace.com/windsorforthederby, www.windsorforthederby.com
Os membros fundadores dos Windsor for the Dreby, Dan Matz e Jason Mcneeley, bem como o baterista Greg Anderson, nasceram em Tampa, Florida e cedo migraram para Austin no Texas onde assinaram com a editora Trance Syndicate. Em 1996 estrearam-se com o ep “Calm Hades Float” que foi produzido por Adam Witzie, que mais tarde se tornou membro da banda. Depois de mais um ep chegou o lp “Minnie Greunzfeldt”em 1997, até 2005 têm mais cinco registos, entre lps e eps, entre os quais “We Figth Til Death” (onde se encontra a melodias das arvores caídas, que é mais uma daquelas que se eu não tivesse lido que tinha 8 minutos e 11 segundos, nunca teria reparado). Por entre, estes álbuns estes praticantes de pós-rock atmosférico (parece piada mas o atmosférico encaixa bem), mudaram-se para Filadélfia.
Esperemos que este vício também vos fique na cabeça.
http://www.myspace.com/windsorforthederby, www.windsorforthederby.com
O homem é o maior; simplesmente Uauu
Andrew Bird- Heretics
O homem é simplesmente o maior. É, é, é e é. O concerto começa com um dos seus amigos (Martin Dosh) a dar um cheirinho do que seria o espectáculo. Sozinho cozinhava sons na bateria e órgão, que depois eram colados em forma de melodias, ao segundo tema do amigo, Andrew Bird e um amigo entram em palco, de fato e gravata cinzenta, cabelo desengonçado, coloca-se à frente do microfone e tira os sapatos, “????”, foi o que me passou pela cabeça. Terceiro tema, ou melhor primeiro tema, “Imitosis”, e dúvidas esclarecidas, faz acordes em pizzicato à frente de um microfone, de seguida o mesmo no violino, neste caso tocado normalmente, enquanto a melodia anterior estava a rodar, coloca instrumento na caixa, vira a guitarra e está preparado para cantar. Todas as gravações, e a entrada dessas gravações, são controladas com os pedais que estão no chão, realmente os sapatos dão muito pouca sensibilidade. Os movimentos do corpo, acompanham o cabelo, esbraceja sem motivo aparente, a cabeça abana, canta como se estivesse a falar connosco, e às vezes está mesmo. Faz-nos movimentos com os braços como se nos estivesse a ditar qualquer coisa. Este jeito, de estar em palco que no inicio estava-me a irritar um pouco porque me parecia um pouco falso, rapidamente me entusiasmou, quando reparei que o senhor era mesmo assim, e que toda a forma de estar dele e mesmo a forma de cantar se deviam ao seu extraordinário sentido de humor. Essa minha percepção ficou assente ai na quarta ou quinta musica dele, que alias para mim, foi uma das melhores (se calhar talvez por ter sido ai que realmente comecei a perceber a pessoa que era e o tipo de concerto que iria ser), cujo o nome não sei (tentei decorar, mas o pouco que dormi, não permitia que a memória estivesse no auge, mas já posso garantir que não pertence ao ultimo cd), a partir dai, para mim o concerto foi em crescendo, sempre com tiradas de humor, alias é engraçado o facto de uma pessoa estar concentrada a ouvir uma musica e de repente esboçar um sorriso. O pico do humor terá sido quando ele mostra para a assistência um fantoche macaco, e ele realça o facto de ter uns sapatitos, e um violino (se Andrew Bird fosse um macaco, provavelmente seria como o fantoche, alias ele ironicamente falou das semelhanças), alem de ter referido o nome dele que não me recordo, depois apresentou os outro macacos da banda, o do guitarrista, que tinha um nome longuíssimo, e o do “baterista” (aspas, aspas), que não estava presente porque tinha-o dado ao filho; pausa, e começa “Heretics” (a minha preferida), uma das únicas que a banda tocou que não foi “construção, colagem” e que no final colocou Andrew Bird a dizer que estava aliviado, pelo tema mais rock ter corrido bem, num teatro em que as pessoas estavam sentadinhas e sem espaço para se mexerem. O concerto continuou com temas do último e dos outros álbuns, quando se despedia antes do encore, ainda viu as pessoas a levantarem-se para aplaudir, lá teve o senhor de voltar para o encore, que abriu com uma música de parabéns que Andrew referiu como uma música que já não cantava há 2 anos, no encore, durante 2 temas Andrew esteve a solo, e depois lá apareceu o resto da banda. O final do concerto, foi como antes do encore com as pessoas de pé a aplaudirem o concerto. E é assim, é bom quando se passam coisas interessantes nesta “little nice city” (ou algo do género), e é sempre bom quando uma pessoa chega a casa satisfeita e acha que o dinheiro não foi mal gasto (para se ter um bocado a noção do que se passou basta “teclar” no youtube: andrew bird, Coimbra).Andrew Bird nasceu em Chicago (The city by the lake where he was born), é um multi-intrumentista, que utiliza o violino, a guitarra, o xilofone, a voz, o assobio, as palmas e a caneta (é ele que escreve as musicas), e provavelmente saberá tocar mais algumas coisas, eu é que não estive suficientemente atento. A sua distinta música, junta elementos de música cigana, folk e rock. Nas suas actuações costuma acompanhar-se pelo grupo Bowl of Fire. Desde 1996 até agora já editou 7 álbuns, sendo o último de 2007 “Armchair Apocrypha” (onde se encontra Heretics).
“thank god it’s fatal / not shy / not shy of fatal / thank god”
http://www.andrewbird.net/, www.myspace.com/andrewbird
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