Outro dia, um colega meu referiu, que tinha conhecido umas raparigas, que não conheciam, os Radiohead, ao que eu referi, ser isso para mim um critério de exclusão, sinceramente, parece-me que não exclui muita gente, o que até é bom, mas mesmo assim nunca se sabe. Na realidade, quem não conhece os Radiohead, deveria conhecer, nem que seja só pelo facto de merecer a pena (isto não sei porquê dá o seu quê de irónico (e o jogo de palavras também é muito giro (e estar a comentar as suas próprias frases é coisa de louco; ups))). As músicas aqui apresentadas, estão em cd com musica ao vivo, e raridades, e uma pessoas quando ouve, cd deste género dos Radiohead, já se sabe sempre que existirão lá musicas, que provarão o porquê dos Radiohead serem das melhores bandas do mundo (pelo menos a mim provam).
Na Frigia existia um rei lendário, Midas, que por favorecer o culto de Dionísio, foi recompensado com o poder de transformar em ouro tudo aquilo em que tocasse.
Não deverá ser o caso de Thom Yorke, mas a verdade é que algum do talento dos Radiohead se deverá a ele, mas não serão só os Radiohead a agradecer o seu toque de Midas, também os “The Drugstore” lhe poderão agradecer a sua colaboração numa música.
Radiohead- Gagging Order
Radiohead- Fog (Again) (Live)
Na Frigia existia um rei lendário, Midas, que por favorecer o culto de Dionísio, foi recompensado com o poder de transformar em ouro tudo aquilo em que tocasse.
Não deverá ser o caso de Thom Yorke, mas a verdade é que algum do talento dos Radiohead se deverá a ele, mas não serão só os Radiohead a agradecer o seu toque de Midas, também os “The Drugstore” lhe poderão agradecer a sua colaboração numa música.
Radiohead- Gagging Order
Radiohead- Fog (Again) (Live)

Os Radiohead nasceram em1986 em Oxford, sob o nome de “On a Friday”, visto ser o único dia em que os membros da banda se podiam encontrar. O nome de Radiohead, veio de uma musica dos Talking Heads “Radio Head”.
Compostos por: Thom Yorke(voz e guitarra), Ed O’Brien (guitarra), Jonny Greenwood (guitarra e teclados), Phil Selway (bateria).
Tornaram-se conhecidos com Pablo Honey (1993), seguiu-se The Bends (1995), explodiram depois com “Ok Computer” (1997), um álbum considerado dos melhores álbuns do mundo de sempre e também com certeza um dos mais comercializados. Depois “Kid A” (2000), “Amnesiac” (2001), “I Might Be Wrong: Live Recordings” (2001) e “Hail To The Thief” (2003).
Estas duas músicas estão na compilação “Com Lag (2plus2isfive), que como diz na caixa: “This compilation is for Japan”, mas felizmente, acabou por der distribuída na Europa, e assim chegou ao mercado europeu, a um preço normal, e não os preços exorbitantes que normalmente estas edições específicas, que as bandas costumam fazer para o Japão alcançam. São sem dúvida as músicas mais intimistas deste álbum.
A primeira, tem a voz de Thome Yorke e a o som da sal guitarra a mais uma vez versarem o amor. “There’s nothing left to see”, mas diria eu: There’s always something left to here, e se não houver, vale a pena meter esta musica no repeat.
Já a segunda, é mais uma bela melodia, e uma bela letra cantada por Thom Yorke ao piano. Suave, desliza até ao seu final, mas na nossa cabeça continua a ecoar. Já tinha aparecido como lado B de Amnesiac e nesta condição foi das músicas que mais se destacou.
Radiohead- True Love Waits

Tinha eu 16 anos, e era esta provavelmente a minha música preferida, nem que tenha sido; se calhar só por uns meses dessa idade, mas a verdade é que foi, vocês sabem como é, ouvir a música em repeat, saber a letra toda, cantarolar a musica na rua sem estarmos a reparar, ou seja aquela música que achávamos e achamos perfeita. A letra acompanhava, a música na sua perfeição, e as palavras eram absorvidas como se de um livro se tratasse; se tivesse nessa altura esta ideia, provavelmente teria sido eu a inventar os Áudio-Livros, agora tão na moda. È uma daquelas músicas, que quando a ouço, ainda tenho aquela tentação de a considerar a mais bela do mundo (algo errado, porque há as belas e não a mais bela).
Uma pessoa consegue largar as suas convicções, fazer sacrifícios, porque “True Love Waits” e daí, “Just don’t leave, don’t leave”
Pertencente ao albúm “I Might Be Wrong” (2001),uma compilação de registo ao vivo referentes aos álbuns “Kid A” e “Amnesiac”, e em que este original, é até pelo período a que o álbum se refere a única musica desprovida de electrónica, em que somente uma guitarra e a voz de Thom Yorke reinam, e esta quase que nos consegue transmitir o sofrimento inerente ao amor.
www.radiohead.com
The Drugstore feat Thom Yorke– El President

A música sem Thom Yorke, é muito bonita, é muito boa é certo, mas a versão com o Thom Yorke é excelente (ou seja melhor que muito boa), não sei bem de onde vem a melhoria, sendo que os arranjos são praticamente iguais, portanto a explicação mais obvia, é o facto da voz de Thom Yorke se adequar de uma forma extraordinária á música; tipo pôr do sol a cair atrás do mar, adequa-se muito bem não é?, ou atrás das dunas?, porque raio é que as pessoas associam sempre um belo pôr de sol à praia?
Os “The Drugstore”, apareceram em Inglaterra em 1993, e eram constituídos por: Isabel Monteiro (baixista e vocalista, uma brasileira radicada em Inglaterra), Mike Shylinski (baterista e americano), Daron Robison (guitarrista).
O nome foi inspirado no filme de Gus Van Sant “Drugstore Cowboy” (já vi e não fiquei grande fã).
Isabel Monteiro não gostava da sua voz, e por isso promoveu audições para vocalista do grupo, mas como não apareceu nada que lhe interessasse, lá avançou ela em frente e a sua voz rouca.
Editaram três álbuns originais, sendo que a versão aqui referida está no segundo álbum, de 1998 “White Magic For Lovers”. De referir que os The Drugstore, já estiveram em Portugal.
Enfim “They killed the president”.










