sexta-feira, março 15, 2013

Sim eles lembram-se...

The Dodos
 
Eles têm vindo a Portugal até com uma boa frequência. A distância anterior em relação ao meu poisio da altura mais um segundo álbum insonso, não me deram muita corda aos sapatos. Tinham-me conquistado um pouco antes do concerto de Coimbra há uns 4 ou 5 anos. Foi um álbum bem sacado, o “Visiter”, e tenho pena de não o ter como original embora já o tenha comprado, mas não para mim. Há de se dar a ocasião
Após o 3º disco a corda voltou e fui vê-los ao Music Box. O concerto a 2, em Coimbra tinha sido a 3, correu muito bem embora ache que o de Coimbra foi melhor. Provavelmente a razão dever-se-á ao facto de “Visiter” ser ainda o melhor disco dos rapazes. Embora ache também que o ambiente que se encontrava no Salão Brasil também era mais The Dodos do que o do musicbox. Apareceram mais eléctricos, sendo que a acústica apareceu só num tema de Visiter. Estar ligado à corrente também se coaduna mais com o Mbox do que no Salão e essa terá sido outra razão pela qual gostei mais deles em Coimbra. Acho-os muito melhores num tom mais pop que rock. O à-vontade em palco continua, sendo que foram muito comunicativos, principalmente o baterista e até contaram uma história hilariante sobre a guitarra acústica, ao referirem que ela só tinha chegado umas horas antes porque se tinha perdido no aeroporto e quando chegaram ao aeroporto para a “recolher” estava o rapaz responsável por este “perdido e achado” divertido a tocar uns acordes. A presença dos donos parece que não o incomodou já que foi até ao final e só depois devolveu a tal guitarra. O facto de ter gostado imenso do concerto na minha terra, não invalida que tenha gostado muito deste concerto. Aliás a sensação com que fiquei é que o público na sua maioria partilha o mesmo gosto do que eu. Algo que levou a banda a presentear com um encore. “Visiter” não andou muito pelo concerto (embora possa estar equivocado já que não ouço o cd há muito, mas acho que não), já o último cd andou muito na boca deles, bem como algumas canções que não conhecia que poderão ser quer do 2º cd (que não conheço a fundo já que as poucas vezes que o ouvi tive uma grande rejeição) ou do cd novo (que no final do concerto à pergunta de uns miúdos revelaram que sairia em final de Agosto).
No final fui com uma “canetinha” pedir um autografo no bilhete. Logan, o baterista, reteve-me o bilhete algum tempo, já que como cavalheiro que é, decidiu assinar primeiro os bilhetes de todas as miúdas mesmo que tivessem entregado o bilhete antes. Aproveitei para lhe perguntar se ele se lembrava de um concerto há 3 ou 4 anos em Coimbra. Mal me lembrava que tinha sido há mais tempos. Mas ele parece que se lembrava “Oooohhhh Yeaahhh, It was Great!” e lá tratou de assinar o meu com um “I remeber Quoimbra(?)”. Dirigi-me ao Meric que ao ler o bilhete faz um ar de gozo, ri-se e com uma setinha corrige para “Coimbra” e diz que sim foi espectacular, e a cidade era porreira. Sim eles lembram-se.
Ps: tendo em conta que a banda ainda não tem assim tanta fama e que o espaço é pequeno ainda não encontrei vídeos deste concerto, vão levar com o que é mais similar…

 


sábado, março 02, 2013

dychwelyd


Ifan Dafydd

Regresso a escrever alguma coisita. Poderia ter muitas mais coisas para escrever já que estive num período em que ouvi muita coisa nova mas que ao mesmo tempo que me permitia ouvir música também não me dava grande tempo para publicar, embora andasse a perder tempo com muitas outras coisas sem jeito nenhum e a perder tempo que não tinha, mas valia estar a postar.

Mas não havia problema porque guardava as músicas que mais me fascinavam nos favoritos do firefox e depois poderia postar 100 e tal músicas (se alguma vez tivesse a produtividade correspondente às músicas de que vou gostando). Contudo o computador começou a ir à vida (já escrevo de um outro) e na cópia de segurança esqueci-me de alguns ficheiros incluindo os favoritos do firefox e assim toda a música que queria re-ouvir foi à vida. 

Alguns marcaram mais e ficaram na cabeça. Entre estes ficou-me um nome. Ouvia a música na BBC Radio 1, algo que identifiquei como sendo uma música que não conhecia do James Blake. No final o locutor falou num tal Ivane David. Lá pesquisei, pesquisei até que me lembrei de pesquisar num sítio que me pareceu que me teria poupado uns valentes minutos. Falo obviamente da playlist do programa. Após ver o nome do rapaz o tempo perdido fez muito mais sentido. O seu nome era o estranhíssimo Ifan Dafydd. Sobre o senhor na altura não descobri grande coisa a não ser por uma amiga galesa que disse que o nome só poderia ser mesmo galês. Se ela diz.  

Na altura a música que me deliciou foi Celwydd (parece que é mentira em galês). Também vou deixar aqui o single (embora não saiba bem de quê porque acho que o rapaz não tem um álbum) o fantástico Treehouse.


http://herbivorousflex.com/2012/04/15/ifan-dafydd-biography/