Após curta mas dolorosa pausa, vou retomar com um post que é ele próprio, uma retoma de algo que se iniciou há cerca de 3 meses.
O myspace, é um fenómeno interplanetário, é a forma de divulgação de música sem passar por editoras por rádios televisões ou seja sem passar por um seleccionador, eu diria que na minha opinião que é uma globalização que o pessoal de Davos tolera e aplaude, por muito controverso que isto possa parecer.
Pela simples aprovação por parte de internautas (por muito pouco simples que isto possa parecer), nasceram fenómenos sendo os mais visíveis Lily Allen, Arctic Monckey, e Clap Your Hands And Say Yeah (em Portugal Buraka Som Sistema). Hoje em dia, o myspce já não é o sítio, onde divulga musica quem não consegue divulgar em outro lado, quem não consegue fazer concertos etc, hoje em dia até os mais conceituados músicos têm pagina myspace, e quem fala em músicos, fala em actores (de todo o tipo de filmes (Jenna Jameson)), escritores, todos os mais variados artistas, e pessoas ordinárias (ou seja comuns). Como uma vez disse o Álvaro Costa nos “Bons rapazes”, o myspace é um mundo em que se levaria uma vida a explorar (eu diria que isto não é mais que um sinonimo de net), na sua imensa grandeza nós nos sentimos perdidos (e com razão). Mas o myspace, ainda é música e divulgação, e qualquer pessoa que o explore há-de encontrar coisas interessantes, mais ou menos interessantes, e nada interessantes (eu diria que isto é um sinónimo de vida). Também eu o exploro, e encontro coisas novas, realmente novas, como indicam às vezes os 1000 visitantes, ou o facto de não existirem musicas dos artistas no emule, alias já criei nos meus favoritos a pasta, musica que ainda não há no emule. Não pretendo dizer que estes artistas que me pareceram interessantes tenham hipótese de algum dia vir a serem estrelas (aliás, eu duvido muito que o venham a ser), mas enfim já que gostei de ouvir as músicas deles, porque não divulgá-los (eu diria que isto é um sinonimo de seleccionador).
Provavelmente muitos de vocês (que são imensos!) no final dirão que estas músicas são sinónimos de merda, mas e então, o que é que se interessa, que se lixe, sempre pode ser que gostem de alguma.
Cake on Cake – Sea-Microphone
O myspace, é um fenómeno interplanetário, é a forma de divulgação de música sem passar por editoras por rádios televisões ou seja sem passar por um seleccionador, eu diria que na minha opinião que é uma globalização que o pessoal de Davos tolera e aplaude, por muito controverso que isto possa parecer.
Pela simples aprovação por parte de internautas (por muito pouco simples que isto possa parecer), nasceram fenómenos sendo os mais visíveis Lily Allen, Arctic Monckey, e Clap Your Hands And Say Yeah (em Portugal Buraka Som Sistema). Hoje em dia, o myspce já não é o sítio, onde divulga musica quem não consegue divulgar em outro lado, quem não consegue fazer concertos etc, hoje em dia até os mais conceituados músicos têm pagina myspace, e quem fala em músicos, fala em actores (de todo o tipo de filmes (Jenna Jameson)), escritores, todos os mais variados artistas, e pessoas ordinárias (ou seja comuns). Como uma vez disse o Álvaro Costa nos “Bons rapazes”, o myspace é um mundo em que se levaria uma vida a explorar (eu diria que isto não é mais que um sinonimo de net), na sua imensa grandeza nós nos sentimos perdidos (e com razão). Mas o myspace, ainda é música e divulgação, e qualquer pessoa que o explore há-de encontrar coisas interessantes, mais ou menos interessantes, e nada interessantes (eu diria que isto é um sinónimo de vida). Também eu o exploro, e encontro coisas novas, realmente novas, como indicam às vezes os 1000 visitantes, ou o facto de não existirem musicas dos artistas no emule, alias já criei nos meus favoritos a pasta, musica que ainda não há no emule. Não pretendo dizer que estes artistas que me pareceram interessantes tenham hipótese de algum dia vir a serem estrelas (aliás, eu duvido muito que o venham a ser), mas enfim já que gostei de ouvir as músicas deles, porque não divulgá-los (eu diria que isto é um sinonimo de seleccionador).
Provavelmente muitos de vocês (que são imensos!) no final dirão que estas músicas são sinónimos de merda, mas e então, o que é que se interessa, que se lixe, sempre pode ser que gostem de alguma.
Cake on Cake – Sea-Microphone
Só me entusiasmou verdadeiramente esta música (contida em “I Guess I Was Daydreaming”), embora todas elas tenham na minha opinião um certo interesse, mas a música aqui referida é a única que aos meus ouvidos soou a “realy catchy”. Trata-se de um pop melódico, calminho, muito jeitoso para quem quer acordar aos poucos, tendo pedacinhos de electrónica na composição, e um voz doce que cai bem na música.Cake on Cake é o projecto a solo da sueca Helena Sundin (que também é artista), ela produz a música a música sozinha em sua casa/estúdio, usando uma panóplia de instrumentos. Ao vivo as coisas como é óbvio já não se passa assim necessitando da ajuda de amigos e da sua irmã Kristina Sundin.
Dentro do que se pretendia neste post, se calhar Cake on Cake já tá fora do contexto visto, que já tem uma editora, Desolation Records (deve ser uma alegria dizer o nome da sua editora a alguém), e já lançou os cds “I See No Stars” em 2005, “I Guees I Was Daydreaming” em 2007, em 2006 foi o Ep “Sun-Chairs”, e até já tem um cd de remisturas “No Holiday Place”, lançado em 2007. No entanto, ainda não arranjo a arranjo a música no emule…
Mas também não faz mal, ela no Myspace e no seu site disponibiliza músicas (e não são poucas). Para quem gostar…
http://www.cakeoncake.com/, http://www.myspace.com/cakeoncake, http://www.helenasundin.com/
Yuka Honda – Humming Song (Alone Together)
Esta também é daquelas que tem alguma notoriedade, inclusive no emule, há uma música de Sean Lennon que conta com a sua contribuição, mas em nome próprio: niente. A música anda à volta do experimental, jazz, e uma electrónica com o seu quê de ambiental. A música seleccionada, algo repetitiva, soa a suave, e faz-nos abanar a cabeça com todo aquele ar cool (o que inclui também um bocadinho de abanar de ombros). O projecto arrancou em 2006, e apesar de nova-iorquina, o nome não engana, os seus traços são orientais e a sua origem é muito provavelmente japonesa (após mais um pouquinho de pesquisa posso afirmar que nasceu em Tóquio e mudou-se para Nova Iorque em 1980). Apesar do seu nome a início nada me dizer, após uma pequena pesquisa, reparo, que é uma rapariga já com algum nome, afinal foi uma co-fundadora dos Cibo Matto (e estes, eu já conhecia). Já lançou 2 cd pela editora Tazdik, “Memories Are My Only Witness” em 2002, e “Eucadamix” (onde se encontra a canção acima referida) de 2004.http://www.damoon.net/yuka/index.htm, http://www.tzadik.com/, http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=53199552
Queen Plasticine – “Untitled For Now” (que já está intitulada, penso que com o nome de: “This Where You End”)
Vem de Londres mas nasceu no Quebeq, diz estar há pouco tempo em Londres, diz conhecer pouca gente e andar à procura de pessoas para a acompanhar ao vivo, diz que o nome é temporário e que está a ver se arranja um melhor (eu lhe diria que Queen Plasticine is just fine, ou pelo menos é suficiente), diz que em relação ao que o som dela soa, diz-nos que nós é que lhe devemos dizer, ora bem, eu lhe diria que soa a Sigur Rós, que ela nomeou como uma das suas influencias, influencia essa que a musica dela deixa transparecer; ok, não soa a nada de novo, se calhar nem é nada de especial, mas soa just fine (muito Joe Berardo), tal como os Sigur Rós a música embala-nos com a sua melan
colia, é agradável ao ouvido, e a rapariga é muito agradável à vista. O facto de a música se intitular “Untitled for now”, o facto de ainda andar à procura de banda (já sabem se andarem por Londres e tocarem alguma coisa, mandem uma apitadela), mostram quanto embrionário é este projecto. Concluindo: Não me deixou maluco, mas foi o primeiro endereço que foi para a pasta, músicas que ainda não há no emule.http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=46592541
The Never Invited To Parties - Bicycle Ride
O nome da banda é dos mais engraçados que eu ouvi (mas atenção não sou totó ao ponto de dizer o nome e cagar-me a rir. É engraçadito). As músicas não são extraordinárias, estão extremamente mal gravadas, mas Bicycle Ride, é um projecto de canção razoável (quem sabe se bem gravada), mas transmite uma adolescência, uma jovialidade, bem agradável, e os sons são… engraçaditos. Estes rapazes e raparigas suecos, que aparentam ser ainda miúdos, são Karin, Karin, Alice, Agnes, Joanna, Henrik e formaram-se em 2006.Porque é que estão aqui??? Bem adoro o nome, é assim… engraçadito.
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendid=97052032
Eu costumo deixar o melhor para o fim, em relação à comida é o mesmo, e por isso é com prazer que anuncio uma banda que eu achei EXTREMAMENTE interessante. Se eu fosse obrigado a apostar dinheiro (e só assim) na “banda do Myspace” que poderia vir a alcançar sucesso, a minha aposta era esta.
Basement Entertainment – Angel
Basement Entertainment – Naked in the rain
Basement Entertainment – Angel
Basement Entertainment – Naked in the rain
Dizem-se músicos de Bossa Nova, A’capella, e Bluegrass (um estilo de música americano, que foi importado directamente dos imigrantes das ilhas britânicas, tendo ainda influencia de jazz e blues, o facto de se caracterizar por ser completamente acústico, faz com que hajam semelhanças com o Folk). Provavelmente muitos não irão gostar, mas quem gostar, poderá realmente gostar. A música é super calma, melancólica, direi mesmo deprimente (a mais animada será “Naked In The Rain (apetece mesmo cantar “you could be naked in the rain”, e por mim estão à vontade, só não se constipem. A mais complexa em termos de instrumentos será “Long Time No See”, isto cingindo-me às músicas disponibilizadas no Myspacem músicas essas que dão para sacar).Os Basement Entertainemet são Franceses, (cheguei até eles navegando num site irlandês qualquer do Myspace, porque será?), e segundo eles (e eles são: Mary-Agnes, Alex Banjo, Leo Bear Creek, Stanley Brinks, Adam Cotton, Freschard, Howard Hughes, Fred Mortagne, Billy Jet Pilot, Ben Lupus, Peggy, Carolina Van Pelt) tudo começou numa cave, numa noite muito animada, em que de um momento para o outro começaram a tocar musica, a gravá-la e a filmá-la. A aittude desta gente é toda muito Myspace, segundo eles o som soa a “Like fun” e em relação à editora, não precisam, afinal isto são pessoas que estavam, numa festa, numa cave, e que por divertimento começaram a tocar, mas às vezes a brincar a brincar, começam-se coisas sérias…
“Angel your not free, you are mine”, tra la la, tra la l ala.
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=186402544
A seguir a um 1 costuma vir um 2….






