Lindstorm & Princs Thomas - Mighty girl
Toda a música disco, mais a de agora do que a antiga, tem na minha muito modesta opinião um ar muito cool, muito calmo, muito pausado (nos 2 sentidos, o real, e o que os lisboetas usam, e dessa forma estarei a fazer uma dupla hipérbole), bem isso não interessa muito; estes senhores tornaram o movimento famoso com I Feel Space, e agora com este Mighty Girl dão continuação ao melhor que se faz no disco sound. Esta musica soa-me como uma orquestra a tocar musica electrónica, não sei se é a imagem mais feliz, mas tudo, para dizer que todas estas musicas do disco, e principalmente esta, têm uma encadeamento de sons muito complexo, o que neste caso uma dá à musica uma beleza enorme. Não é uma música para dançar loucamente (bem no sentido que eu vou indicar a seguir a loucura é com que esteja presente), aos saltos a abanar muito. Mas se há música electrónica que se deva dançar bem juntinho, com as mãos a agarrar as de outra pessoa, como um polvo se amarra á presa (imagem pouco feliz eu sei, mas atenção para alegrar um pouco tal infelicidade, o amarro é mutuo (como deve ser sempre), não há cá espaços para machismos ou feminismos, não há presa nem predador), com movimentos bem coordenado, e com um olhar profundo a tentar estupidamente (bem a descrição já é de si bastante estúpida) vislumbrar a retina (ya right and pigs fly). Depois de tanta infelicidade descritiva, o melhor mesmo será ouvir a música. No entanto se quiserem uma discrição mais credível da música, aqui esta a descrição que Nuno Reis faz no blogue da Caixa de Ritmos: “Apesar de ser um instrumental de 7 minutos, a crescer em torno de um loop de piano em cadência épica, tem uma vibração hipnótica capaz de arrastar um Cylon para a pista de dança”.
Este tema esta presente no álbum lançado este ano (Maio) pela Eskimo Records que “responde” pelo nome de "Reinterpretations", que é o 2º álbum de pois do homónimo lançado em 2005.
Toda a música disco, mais a de agora do que a antiga, tem na minha muito modesta opinião um ar muito cool, muito calmo, muito pausado (nos 2 sentidos, o real, e o que os lisboetas usam, e dessa forma estarei a fazer uma dupla hipérbole), bem isso não interessa muito; estes senhores tornaram o movimento famoso com I Feel Space, e agora com este Mighty Girl dão continuação ao melhor que se faz no disco sound. Esta musica soa-me como uma orquestra a tocar musica electrónica, não sei se é a imagem mais feliz, mas tudo, para dizer que todas estas musicas do disco, e principalmente esta, têm uma encadeamento de sons muito complexo, o que neste caso uma dá à musica uma beleza enorme. Não é uma música para dançar loucamente (bem no sentido que eu vou indicar a seguir a loucura é com que esteja presente), aos saltos a abanar muito. Mas se há música electrónica que se deva dançar bem juntinho, com as mãos a agarrar as de outra pessoa, como um polvo se amarra á presa (imagem pouco feliz eu sei, mas atenção para alegrar um pouco tal infelicidade, o amarro é mutuo (como deve ser sempre), não há cá espaços para machismos ou feminismos, não há presa nem predador), com movimentos bem coordenado, e com um olhar profundo a tentar estupidamente (bem a descrição já é de si bastante estúpida) vislumbrar a retina (ya right and pigs fly). Depois de tanta infelicidade descritiva, o melhor mesmo será ouvir a música. No entanto se quiserem uma discrição mais credível da música, aqui esta a descrição que Nuno Reis faz no blogue da Caixa de Ritmos: “Apesar de ser um instrumental de 7 minutos, a crescer em torno de um loop de piano em cadência épica, tem uma vibração hipnótica capaz de arrastar um Cylon para a pista de dança”.Este tema esta presente no álbum lançado este ano (Maio) pela Eskimo Records que “responde” pelo nome de "Reinterpretations", que é o 2º álbum de pois do homónimo lançado em 2005.
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